"Amiga" nuns dias, hoje fatal- a Suécia e a Polónia estão cada vez mais longe
Andebol: O 7x6, arma ofensiva para Portugal (pioneiro) e para muitas outras equipas, tronou-se o inimigo numa batalha que não está arrumada, mas que está (bastante) complicada
Mundo do Andebol
É acreditar e ter sorte em Eindhoven
Portugal- Países Baixos- 30-33 (16-17 ao intervalo)
Numa Arena de Portimão quase cheia, a seleção nacional, "embebida" num espírito audacioso, muito por culpa da mais recente prova da sua qualidade ao vencer a Suíça, num agregado de 2 jogos que permitiu a sua presença neste duplo confronto com os Países Baixos, deparou-se com uma seleção em clara ascensão, onde a sua primeira linha, composta por Steins, Smits e Dani Baijens, que davam "água pela barba", primeiro a Capdville, e depois a Manuel Gaspar. 16-17 assinalava o marcador algarvio, ao intervalo de uma partida que prometia nos segundos 30 minutos. Miguel Martins e Iturriza eram importantes no ataque.
Taco a taco, Portugal disfarçava a supremacia holandesa através dos sucessivos empates, que, a determinada altura (o 7x6 tinha acabado de entrar- 11 minutos do segundo tempo), acabaram por não acontecer, dado o falhanço de Victor Iturriza, até então irrepreensível da marca dos 6 metros. 3 golos de vantagem ganharam os neerlandeses, que verdade seja dita, venceram com toda a justiça um jogo em que Portugal, com alguma falta de sorte mas também de competência, acabou por comprometer a ida ao Mundial. Domingo, 13h00 em Eindhoven, queremos dar a volta ao resultado, mas sabemos que é extremamente complicado. Nota para a estreia de Kiko Costa com as cores nacionais, aos 17 anos, levando já 2 golos
Figuras do jogo:
Com 8 golos foi o melhor de Portugal. Victor Iturriza, embora referido acima, não deixou de fazer uma boa partida.
Kay Smits, uma das principais armas neerlandesas, marcou 10 golos e foi o melhor do jogo
Gustavo Magalhães
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